18.5.11
Lei do Cachorro Único!
18.12.10
Resenha Animação Vegana (Instituto Nina Rosa)
Agora imagina que além de todas as dificuldades ainda o tema é extremamente delicado, político e acima de tudo mexe no seu prato, falo da animação do Instituto Nina Rosa "Vegana".
A animação é em 2D e conta a história de Luka, uma garota idealista que mostra a seus familiares e a sociedade aonde estão mascarados os maus tratos e a exploração do animais.
O desenho está dividido em 12 episódios com 12 temas que vão de postura ética até consciência coletiva.
O acabamento é limpo e por ser em preto e branco algumas cenas como os animais sendo abatidos tornam-se mais chocantes devido ao belo trabalho do diretor Airon Barreto.
Foi um trabalho árduo de quase dois anos para que o "Vegana" fosse lançado. A idealização é de Nina Rosa Jacob, presidente do Instituto Nina Rosa que assina a produção executiva deste projeto incrível.
Participei da criação dos personagens e do argumento. E posso assegurar o orgulho de estar envolvida na primeira animação com temática da causa animal no Brasil.
O Instituto disponibilizou os episódios no youtube para que todos possam ver e divulgar.
Acredito que iniciativas assim devam ser seguidas e somente tendo tanto amor a causa e comprometimento com a mensagem que se produz um projeto deste porte!
Parabéns a todos os envolvidos e um agradecimento especial a Nina Rosa pelo exemplo e pelo amor!
Aqui o link para ver a sequencia no Youtube.
http://www.youtube.com/watch?v=eBRKb9qmLvo&feature=&p=E5EF4CA5F0F4A4DC&index=0&playnext=1
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16.9.10
3º Congresso Vegetariano Brasileiro

"Restaurante canibal" que causou mal-estar na Alemanha era campanha pró-vegetarianismo
A associação de vegetarianos Vebu revelou nesta quinta-feira que a ampla campanha de inauguração de um suposto restaurante canibal em Berlim, na Alemanha, foi apenas um golpe publicitário para atrair atenção à causa.
A inauguração do restaurante Flimé, que contava com site oficial onde anunciava até mesmo uma matriz brasileira, causou mal-estar e duras críticas de políticos alemães e ganhou grande destaque não só na imprensa alemã, como em todo o mundo.
Anúncio de restaurante brasileiro causa polêmica em Berlim ao oferecer carne humanaCanibal francês revela como matou e comeu colega de celaApós piada sobre canibais, premiê da Nova Zelândia se desculpa
"Todo pedaço de carne contém um humano", defende a Vebu, em uma entrevista a jornalistas na qual prometia oferecer "amostras grátis" de seu polêmico cardápio canibal. O nome Flimé, explica o grupo em comunicado enviado por e-mail à Folha.com, é a sigla para '"Fleisch isst Menschen" (Carne come humanos).
A Vebu lista uma série de argumentos já amplamente utilizados pelas organizações contrárias ao consumo de carne, como "a cada 3,6 segundos alguém morre por subnutrição, enquanto a maior parte dos grãos produzidos são usados para alimentar animais de fazenda", ou "pecuária está produzindo mais gases de efeito estufa que o setor de transporte".
A organização defende que o golpe publicitário, que classificam de "campanha criativa", serviu para chamar a atenção de todos, já que "ninguém pensa nestes fatos na rotina diária".
A inauguração da filial do Flimé em uma locação secreta de Berlim em 8 de setembro causou polêmica ao permitir que os clientes interessados fizessem um cadastro e oferecessem partes do seu próprio corpo.
O vice-presidente da União Cristã-Democrata de Berlim, Michael Braun, expressou na época sua indignação com o restaurante e culinária, após relatar ter recebido diversos e-mails de cidadãos furiosos. "Espero que seja apenas uma brincadeira de mau gosto", afirmou Braun ao jornal alemão "The Bild", já antecipando que a campanha poderia ser apenas para despertar a curiosidade.
"É nojento. Em particular porque um morador de Berlim foi assassinado por um canibal há pouco tempo", disse Braun, se referindo a Armin Meiwes, sentenciado à prisão perpétua em 2006 por matar e comer um morador da capital alemã cinco anos antes.
O site do restaurante não incluía no cardápio nenhuma referência direta à carne humana, mas dizia seguir a cultura indígena wari --tribo da selva amazônica conhecida pela cultura do canibalismo--, na qual "comer é um ato espiritual com o qual ganhamos a mente e a força da criatura comida".
No site trilíngue (alemão, português e inglês), os clientes interessados ainda podiam preencher um cadastro com uma série de perguntas sobre hábitos médicos e de saúde, como fumo, consumo de bebidas alcoólicas e frequência de atividade física. No fim, há um alerta: "Os membros associados do Flimé concordam, com este, em doar para o Flimé qualquer parte de seu corpo, que será determinada pelo próprio associado. [...] A finalidade do uso da parte doada é de livre escolha do Flimé".
"Seja a fome mundial, mudança climática, falta de água, desflorestamento, doenças animais ou doenças do estilo de vida, todos estes grandes problemas globais são causados ou intensificados pelo nosso consumo de carne humana", disse o porta-voz do grupo, Sebastian Zösch, aos jornalistas.
15.9.10
Lady Gaga e seu vestido de carne chocam defensores dos animais
NOVA YORK (AFP) - A estrela pop americana Lady Gaga escandalizou nesta terça-feira os defensores dos direitos dos animais depois de ter usado, durante a cerimônia de entrega dos MTV Awards, no domingo, um vestido de carne crua.
A cantora de 24 anos, conhecida por sua extravagância e por seus 'hits' planetários, foi o centro das atenções no domingo em Los Angeles, ao abocanhar oito prêmios e subir no palco usando um vestido feito com pedaços de carne crua.
Além do vestido, a polêmica cantora usava sapatos de salto alto de carne, um bife em forma de chapéu e uma bolsa de mão, também feita de carne, que ela entregou à cantora Cher no momento de receber o prêmio de melhor vídeo por "Bad Romance".
"Lady Gaga passa por maus momentos tentando chamar a atenção", considerou a associação Peta, que luta contra os maus tratos aos animais. "Alguém devia dizer a ela que o açougue tende a repugnar mais do que impressionar".
"O bife é a carne em decomposição de um animal mal tratado, que não queria morrer, e depois de um tempo sob os holofotes, deve ter cheirado como carne em decomposição e ficado cheio de vermes", acrescentam os porta-vozes da associação.
Lady Gaga explicou na segunda-feira em um 'talk-show' americano que essa roupa podia gerar "várias interpretações".
"Certamente, não é uma falta de respeito com os vegetarianos", assegurou a cantora. "Se não defendermos nossas ideias e se não lutarmos pelos nossos direitos, logo teremos tantos direitos quanto carne sobre nossos ossos. E não sou um pedaço de carne".
8.9.10
Paul McCartney critica a NASA por fazer experiências com animais
Segundo o site "Wenn", Paul está indignado com certas experiências científicas da NASA, que vem utilizando macacos para fazer testes radioativos.
"Acredito que a NASA tem condições para investigar os efeitos das viagens espaciais na saúde sem precisar confinar e testar animais", escreveu McCartney ao administrador da NASA, Charles Bolden.
"Seria terrivelmente decepcionante se, em nossa busca para explorar novas fronteiras e aprender sobre o fascinante universo em que vivemos, nós regredíssemos no tratamento dos animais com os quais dividimos o planeta", argumentou o músico. "Apelo para que essa experiência seja cancelada".
A NASA ainda não se manifestou sobre o pedido de Paul.
* Fonte: IG Notícias
1.9.10
Tofu frito
Ingredientes:30.8.10
Abandonados à própria sorte.
Fiquei pensando, vim buscar na internet ações que tenham auxiliado essa espécie de animal, e encontrei as cidades que aprovaram leis proibindo carroças nas áreas urbanas (no entanto, a maioria delas previa reduzir incidentes no trânsito, como lentidão, devido ao desenvolvimento e não ao bem-estar do animal em si), leis sobre abandono de cavalos (que existe, mas é falha) e outras sobre o recolhimento dos dejetos dos animais.
Concluí que realmente, como disse o rapaz, os cavalos são realmente um dos animais que mais sofrem, abandonados à própria sorte, alimentando-se de lixo, puxando homens e coisas pelo caos urbano. O que poderíamos fazer?
28.8.10
Livro: A Grande Feira, Luciano Trigo
Texto retirado de: http://reticulas.blogspot.com/Como já havia citado neste blog, há muitas pessoas, entre essas estudantes de artes, que possuem muitas dúvidas referentes a arte contemporanea.
Para ter conhecimento sobre o assunto é importante construir sua própria opnião sobre o mesmo em fontes diferenciadas.
Em A Grande Feira, Luciano Trigo apresenta uma crítica incisiva sobre a arte contemporânea que vem sendo produzida desde os anos 70 e como funciona seu mercado, a falta de técnica, o sistema como um todo e a como a crítica de arte tem se tornado irrelevante. Apresentando também fatos da arte contemporanea mundial, suas extravagências e subordinações.
Foi um ótimo conflito entre minha leitura anterior e esta (estou terminando a leitura deste), onde em Temas da Arte Contemporânea, Kátia Canton como curadora, defende o movimento artístico no qual ela trabalha. Já Luciano Trigo trás uma reação a tudo que tem acontecido em relação a arte contemporânea e seu sistema mercadológico.
Recomendo a leitura, adiantando que em alguns momento os argumentos ao longo das críticas são um tanto repetitivos. Mas é uma leitura super importante para quem quer construir conhecimentos sobre a produção e o mercado artístico, ajudando assim a formar opiniões sobre a arte contemporânea.
A capa do livro onde há um tubarão em um tanque, na verdade é um tanque de formol e o tubarão está morto, e o mesmo começou a decompor após dois anos... e consideram isso arte? Infelizmente, consideram!
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18.8.10
Tatuagem em porcos.
Sou defensora das tatuagens, aliás possuo algumas, no entanto possuo porque eu escolhi que queria ser tatuada. Um animal não pode fazer isso. E, sinceramente, tirar a vida de qualquer animal nunca poderá ser chamado de arte.

28.7.10
23.7.10
Absurdo
Cerveja de R$ 1,3 mil é servida em animais mortos empalhados

Uma cerveja escocesa cuja garrafa é feita a partir de animais empalhados está provocando polêmica e revolta entre alguns consumidores.
Cada garrafa da cerveja The End of History ("O Fim da História"), feita pela cervejaria BrewDog da cidade escocesa de Fraserburgh, custa a partir de 500 libras (cerca de R$ 1.350).
As garrafas são inseridas em animais empalhados, que servem de embalagem para o produto. Entre os animais usados estão sete mustelídeos, quatro esquilos e uma lebre. A cervejaria alega que todos os animais morreram de causas naturais e não foram caçados.
A BrewDog atraiu críticas de duas entidades escocesas, uma de proteção dos animais e outra de combate ao alcoolismo. A Advocates for Animals diz que a ideia de se usar animais mortos como garrafas é "perversa".
"É sem sentido e é completamente negativo usar animais mortos, quando nós gostaríamos de celebrar animais vivos", disse à BBC a diretora da Advocates for Animals, Libby Anderson.
"É uma forma errada de se pensar em animais. As pessoas deveriam aprender a respeitar os animais, em vez de usá-los como um truque idiota de marketing. Eu espero que as pessoas não joguem fora 500 libras em algo tão macabro."
Já a Alcohol Focus Scotland, entidade de combate ao alcoolismo, criticou a The End of History, anunciada pela BrewDog como a cerveja com maior teor alcoólico do mundo - 55%.
"Isso é outro exemplo de uma companhia passando dos limites do que é aceitável, tudo em nome de táticas baratas de marketing", disse Bárbara O''Donnell, diretora da entidade.
A BrewDog já foi criticada anteriormente por fabricar cervejas com teor alcoólico de 32% e 41%. Normalmente, o teor alcoólico de uma cerveja comum varia de 4% a 7%.
A cerveja também é anunciada pelo fabricante como a mais cara da história. Os donos da cervejaria defendem o produto das críticas.
"Nós queremos mostrar às pessoas que existe uma alternativa às cervejas de corporações monolíticas, introduzindo-as a uma abordagem completamente nova em relação à cerveja, elevando o status da cerveja na nossa cultura", disse James Watt, um dos fundadores da BrewDog.
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31.5.10
19.5.10
Voce realmente proteje os animais?
Existem 3 tipos de pessoas:As que fazem acontecer, as que deixam acontecer e as que perguntam o que aconteceu? (John Richardson Jr)









