18.5.11

Lei do Cachorro Único!


Muitos tutores de cachorros em Xangai estão preocupados: a partir da próxima semana, passa a vigorar na cidade chinesa a Lei do Cachorro Único, que permite no máximo um cachorro por domicílio.
A lei foi criada porque, em 2010, mais de 140 mil ocorrências de ataques de cachorros foram registrados pela polícia local.
Xangai é uma das cidades chinesas que já segue a Lei do Filho Único, ou seja, cada casal pode ter apenas uma criança.
Falta de licença
A Lei do Cachorro Único também proíbe que animais andem sem coleira, e todo cão de grande porte deve usar focinheira.
Há cerca de 600 mil cachorros sem licença em Xangai. Serão todos declarados ilegais e devem ser doados a famílias sem cachorros.
As famílias com mais de um animal poderão mantê-los, caso todos já estejam licenciados pelo governo. E novas licenças só serão fornecidas a casas sem cães.
Entidades de proteção aos animeais temem que a medida gere um grande número de animais abandonados por tutores que temem as multas.
fonte R7

18.12.10

Resenha Animação Vegana (Instituto Nina Rosa)

Todos sabemos o quanto é difícil produzir uma animação aqui no Brasil. Difícil por vários motivos, grana, profissionais qualificados, distribuição, patrô...Enfim a lista muitas vezes acaba sendo maior que a necessidade de produzir e assim muitos projetos vão embora muito antes de começarem.

Agora imagina que além de todas as dificuldades ainda o tema é extremamente delicado, político e acima de tudo mexe no seu prato, falo da animação do Instituto Nina Rosa "Vegana".

A animação é em 2D e conta a história de Luka, uma garota idealista que mostra a seus familiares e a sociedade aonde estão mascarados os maus tratos e a exploração do animais.

O desenho está dividido em 12 episódios com 12 temas que vão de postura ética até consciência coletiva.

O acabamento é limpo e por ser em preto e branco algumas cenas como os animais sendo abatidos tornam-se mais chocantes devido ao belo trabalho do diretor Airon Barreto.

Foi um trabalho árduo de quase dois anos para que o "Vegana" fosse lançado. A idealização é de Nina Rosa Jacob, presidente do Instituto Nina Rosa que assina a produção executiva deste projeto incrível.

Participei da criação dos personagens e do argumento. E posso assegurar o orgulho de estar envolvida na primeira animação com temática da causa animal no Brasil.

O Instituto disponibilizou os episódios no youtube para que todos possam ver e divulgar.

Acredito que iniciativas assim devam ser seguidas e somente tendo tanto amor a causa e comprometimento com a mensagem que se produz um projeto deste porte!

Parabéns a todos os envolvidos e um agradecimento especial a Nina Rosa pelo exemplo e pelo amor!



Aqui o link para ver a sequencia no Youtube.
http://www.youtube.com/watch?v=eBRKb9qmLvo&feature=&p=E5EF4CA5F0F4A4DC&index=0&playnext=1




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Palavras ao vento...

Colaboração: Gian Carlo
http://hallienigian.wordpress.com/

16.9.10

3º Congresso Vegetariano Brasileiro


De 16 a 19 de setembro, no SESC Campestre em porto alegre, acontecerá o 3º Congresso Vegetariano Brasileiro, no qual acontecerão palestras, cursos de capacitação, oficinas de ativismo, de leites vegetais, demonstrações culinárias, trabalhos cinetíficos, feira vegana exposições. Ufa! Mas ainda tem mais! quem for poderá participar da hospedagem solidária (ficará hospedado sem pagar) e ainda ganhará almoço nos 4 dias!


As incrições já foram encerradas (desculpem o atraso!), mas vale anunciar, pois desse congresso, muitas mudanças poderão surgir! portanto, fiquem atentos!


Ficou interessado?


"Restaurante canibal" que causou mal-estar na Alemanha era campanha pró-vegetarianismo

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/792768-restaurante-canibal-que-causou-mal-estar-na-alemanha-era-campanha-pro-vegetarianismo.shtml

A associação de vegetarianos Vebu revelou nesta quinta-feira que a ampla campanha de inauguração de um suposto restaurante canibal em Berlim, na Alemanha, foi apenas um golpe publicitário para atrair atenção à causa.
A inauguração do restaurante Flimé, que contava com site oficial onde anunciava até mesmo uma matriz brasileira, causou mal-estar e duras críticas de políticos alemães e ganhou grande destaque não só na imprensa alemã, como em todo o mundo.

Anúncio de restaurante brasileiro causa polêmica em Berlim ao oferecer carne humanaCanibal francês revela como matou e comeu colega de celaApós piada sobre canibais, premiê da Nova Zelândia se desculpa

"Todo pedaço de carne contém um humano", defende a Vebu, em uma entrevista a jornalistas na qual prometia oferecer "amostras grátis" de seu polêmico cardápio canibal. O nome Flimé, explica o grupo em comunicado enviado por e-mail à Folha.com, é a sigla para '"Fleisch isst Menschen" (Carne come humanos).

A Vebu lista uma série de argumentos já amplamente utilizados pelas organizações contrárias ao consumo de carne, como "a cada 3,6 segundos alguém morre por subnutrição, enquanto a maior parte dos grãos produzidos são usados para alimentar animais de fazenda", ou "pecuária está produzindo mais gases de efeito estufa que o setor de transporte".

A organização defende que o golpe publicitário, que classificam de "campanha criativa", serviu para chamar a atenção de todos, já que "ninguém pensa nestes fatos na rotina diária".
A inauguração da filial do Flimé em uma locação secreta de Berlim em 8 de setembro causou polêmica ao permitir que os clientes interessados fizessem um cadastro e oferecessem partes do seu próprio corpo.

O vice-presidente da União Cristã-Democrata de Berlim, Michael Braun, expressou na época sua indignação com o restaurante e culinária, após relatar ter recebido diversos e-mails de cidadãos furiosos. "Espero que seja apenas uma brincadeira de mau gosto", afirmou Braun ao jornal alemão "The Bild", já antecipando que a campanha poderia ser apenas para despertar a curiosidade.

"É nojento. Em particular porque um morador de Berlim foi assassinado por um canibal há pouco tempo", disse Braun, se referindo a Armin Meiwes, sentenciado à prisão perpétua em 2006 por matar e comer um morador da capital alemã cinco anos antes.

O site do restaurante não incluía no cardápio nenhuma referência direta à carne humana, mas dizia seguir a cultura indígena wari --tribo da selva amazônica conhecida pela cultura do canibalismo--, na qual "comer é um ato espiritual com o qual ganhamos a mente e a força da criatura comida".

No site trilíngue (alemão, português e inglês), os clientes interessados ainda podiam preencher um cadastro com uma série de perguntas sobre hábitos médicos e de saúde, como fumo, consumo de bebidas alcoólicas e frequência de atividade física. No fim, há um alerta: "Os membros associados do Flimé concordam, com este, em doar para o Flimé qualquer parte de seu corpo, que será determinada pelo próprio associado. [...] A finalidade do uso da parte doada é de livre escolha do Flimé".

"Seja a fome mundial, mudança climática, falta de água, desflorestamento, doenças animais ou doenças do estilo de vida, todos estes grandes problemas globais são causados ou intensificados pelo nosso consumo de carne humana", disse o porta-voz do grupo, Sebastian Zösch, aos jornalistas.

15.9.10

Lady Gaga e seu vestido de carne chocam defensores dos animais



NOVA YORK (AFP) - A estrela pop americana Lady Gaga escandalizou nesta terça-feira os defensores dos direitos dos animais depois de ter usado, durante a cerimônia de entrega dos MTV Awards, no domingo, um vestido de carne crua.

A cantora de 24 anos, conhecida por sua extravagância e por seus 'hits' planetários, foi o centro das atenções no domingo em Los Angeles, ao abocanhar oito prêmios e subir no palco usando um vestido feito com pedaços de carne crua.

Além do vestido, a polêmica cantora usava sapatos de salto alto de carne, um bife em forma de chapéu e uma bolsa de mão, também feita de carne, que ela entregou à cantora Cher no momento de receber o prêmio de melhor vídeo por "Bad Romance".

"Lady Gaga passa por maus momentos tentando chamar a atenção", considerou a associação Peta, que luta contra os maus tratos aos animais. "Alguém devia dizer a ela que o açougue tende a repugnar mais do que impressionar".

"O bife é a carne em decomposição de um animal mal tratado, que não queria morrer, e depois de um tempo sob os holofotes, deve ter cheirado como carne em decomposição e ficado cheio de vermes", acrescentam os porta-vozes da associação.

Lady Gaga explicou na segunda-feira em um 'talk-show' americano que essa roupa podia gerar "várias interpretações".

"Certamente, não é uma falta de respeito com os vegetarianos", assegurou a cantora. "Se não defendermos nossas ideias e se não lutarmos pelos nossos direitos, logo teremos tantos direitos quanto carne sobre nossos ossos. E não sou um pedaço de carne".

8.9.10

Paul McCartney critica a NASA por fazer experiências com animais

Paul McCartney entrou em ação novamente em defesa dos animais. O ex-Beatle, que é vegetariano convicto e notório defensor da ecologia e dos direitos dos animais, escreveu uma carta à NASA para criticar alguns procedimentos da entidade.

Segundo o site "Wenn", Paul está indignado com certas experiências científicas da NASA, que vem utilizando macacos para fazer testes radioativos.

"Acredito que a NASA tem condições para investigar os efeitos das viagens espaciais na saúde sem precisar confinar e testar animais", escreveu McCartney ao administrador da NASA, Charles Bolden.

"Seria terrivelmente decepcionante se, em nossa busca para explorar novas fronteiras e aprender sobre o fascinante universo em que vivemos, nós regredíssemos no tratamento dos animais com os quais dividimos o planeta", argumentou o músico. "Apelo para que essa experiência seja cancelada".

A NASA ainda não se manifestou sobre o pedido de Paul.

 * Fonte: IG Notícias



1.9.10

Tofu frito

Ingredientes:


1 embalagem de tofu firme
Maisena
Óleo de milho para fritar
ShoyuWasabi (pasta de raiz-forte)
Aji-no-Moto
Preparo

Retire o tofu da embalagem e deixe por um tempo sobre um prato grande para que perca líquido. Dispense o líquido e corte o tofu em pedaços retangulares médios, com 1,5 cm de espessura. Passe os pedaços na maisena e, depois de envolvidos, elimine os excessos. Frite aos poucos em boa quantidade de óleo bem quente, virando uma vez para que tostem dos dois lados. Vá retirando e deixando sobre papel-toalha, sem abafar. Sirva com o molho em separado (é só misturar, numa tigelinha, o shoyu, o wasabi (pouco) e o Aji-no-Moto.
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Post retirado de um blog indicadíssimo:
Aproveitem e bom apetite!

30.8.10

Abandonados à própria sorte.

Hoje no ônibus, em Campinas, ouvi um rapaz, desses que são até meio gorsseiros pela falta da educação (que provavelmente não teve acesso), comentando indignado e um pouco triste ao ver um cavelo ser chicoteado várias e várias vezes. Comentou com a pessoa ao lado que o animal que ele acha que mais sofre, são os cavalos das carroças, pois além de mal comerem, apanham, tem que andar no asfalto quente e 'as pessoas que se importam com os animais', até se esquecem que os cavalos são animais também. Eles estão por ai, igual a mim (ele dizendo), sendo explorados e com dor pelas cidades, sendo que o lugar deles é na terra!
Fiquei pensando, vim buscar na internet ações que tenham auxiliado essa espécie de animal, e encontrei as cidades que aprovaram leis proibindo carroças nas áreas urbanas (no entanto, a maioria delas previa reduzir incidentes no trânsito, como lentidão, devido ao desenvolvimento e não ao bem-estar do animal em si), leis sobre abandono de cavalos (que existe, mas é falha) e outras sobre o recolhimento dos dejetos dos animais.
Concluí que realmente, como disse o rapaz, os cavalos são realmente um dos animais que mais sofrem, abandonados à própria sorte, alimentando-se de lixo, puxando homens e coisas pelo caos urbano. O que poderíamos fazer?




Sim, eles sentem fome.

Eles estão abandonados.

Estão sendo mal-tratados.

E sim, eles sentem dor.

E se pudessem, fariam como o Pé de Pano!

28.8.10

Livro: A Grande Feira, Luciano Trigo

Texto retirado de: http://reticulas.blogspot.com/

Como já havia citado neste blog, há muitas pessoas, entre essas estudantes de artes, que possuem muitas dúvidas referentes a arte contemporanea.
Para ter conhecimento sobre o assunto é importante construir sua própria opnião sobre o mesmo em fontes diferenciadas.


Em A Grande Feira, Luciano Trigo apresenta uma crítica incisiva sobre a arte contemporânea que vem sendo produzida desde os anos 70 e como funciona seu mercado, a falta de técnica, o sistema como um todo e a como a crítica de arte tem se tornado irrelevante. Apresentando também fatos da arte contemporanea mundial, suas extravagências e subordinações.

Foi um ótimo conflito entre minha leitura anterior e esta (estou terminando a leitura deste), onde em Temas da Arte Contemporânea, Kátia Canton como curadora, defende o movimento artístico no qual ela trabalha. Já Luciano Trigo trás uma reação a tudo que tem acontecido em relação a arte contemporânea e seu sistema mercadológico.

Recomendo a leitura, adiantando que em alguns momento os argumentos ao longo das críticas são um tanto repetitivos. Mas é uma leitura super importante para quem quer construir conhecimentos sobre a produção e o mercado artístico, ajudando assim a formar opiniões sobre a arte contemporânea.

A capa do livro onde há um tubarão em um tanque, na verdade é um tanque de formol e o tubarão está morto, e o mesmo começou a decompor após dois anos... e consideram isso arte? Infelizmente, consideram!


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18.8.10

Tatuagem em porcos.

O tatuador belga Wim Delvoye, fez uma exposição Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Nice (Mamac), na França com alguns porcos empalhados e tatuados (detalhe, os porcos foram empalhados especialmente para a exposição). O ato provocou polêmica em todo o mundo e defensores da body art no Brasil disseram que essa é uma prática antiga que sempre foi realizada principalmente por tatuadores iniciantes que querem pele de porcos e não de humanos como cobaia.
Sou defensora das tatuagens, aliás possuo algumas, no entanto possuo porque eu escolhi que queria ser tatuada. Um animal não pode fazer isso. E, sinceramente, tirar a vida de qualquer animal nunca poderá ser chamado de arte.




23.7.10

Absurdo

Cerveja de R$ 1,3 mil é servida em animais mortos empalhados



Uma cerveja escocesa cuja garrafa é feita a partir de animais empalhados está provocando polêmica e revolta entre alguns consumidores.

Cada garrafa da cerveja The End of History ("O Fim da História"), feita pela cervejaria BrewDog da cidade escocesa de Fraserburgh, custa a partir de 500 libras (cerca de R$ 1.350).

As garrafas são inseridas em animais empalhados, que servem de embalagem para o produto. Entre os animais usados estão sete mustelídeos, quatro esquilos e uma lebre. A cervejaria alega que todos os animais morreram de causas naturais e não foram caçados.

A BrewDog atraiu críticas de duas entidades escocesas, uma de proteção dos animais e outra de combate ao alcoolismo. A Advocates for Animals diz que a ideia de se usar animais mortos como garrafas é "perversa".

"É sem sentido e é completamente negativo usar animais mortos, quando nós gostaríamos de celebrar animais vivos", disse à BBC a diretora da Advocates for Animals, Libby Anderson.

"É uma forma errada de se pensar em animais. As pessoas deveriam aprender a respeitar os animais, em vez de usá-los como um truque idiota de marketing. Eu espero que as pessoas não joguem fora 500 libras em algo tão macabro."

Já a Alcohol Focus Scotland, entidade de combate ao alcoolismo, criticou a The End of History, anunciada pela BrewDog como a cerveja com maior teor alcoólico do mundo - 55%.

"Isso é outro exemplo de uma companhia passando dos limites do que é aceitável, tudo em nome de táticas baratas de marketing", disse Bárbara O''Donnell, diretora da entidade.

A BrewDog já foi criticada anteriormente por fabricar cervejas com teor alcoólico de 32% e 41%. Normalmente, o teor alcoólico de uma cerveja comum varia de 4% a 7%.

A cerveja também é anunciada pelo fabricante como a mais cara da história. Os donos da cervejaria defendem o produto das críticas.

"Nós queremos mostrar às pessoas que existe uma alternativa às cervejas de corporações monolíticas, introduzindo-as a uma abordagem completamente nova em relação à cerveja, elevando o status da cerveja na nossa cultura", disse James Watt, um dos fundadores da BrewDog.


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19.5.10

Voce realmente proteje os animais?

Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?
 
Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.
 
Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.
 
O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.
 
Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço  amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.
 
Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.
 
Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.
 
Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.
 
Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.

Existem 3 tipos de pessoas:As que fazem acontecer, as que deixam acontecer e as que perguntam o que aconteceu? (John Richardson Jr)