2.9.09

Você não se comove?





Verdades absolutas caem por terra ora ou outra. A primeira questão a ser abordada é pura e simplesmente interna: por que eu faço isso? As demais análises advém quase como osmose. E quando você se dá conta de quanto mal produziu por um tempo, tenta reparar nas formas que pode. Tudo é válido. Vários passos formam a caminhada, por menores que eles sejam.

Lei para identificação de produtos com componetntes de origem animal


Foi proposto no Senado brasileiro, o Projeto de Lei 01/2009 que visa regulamentar a identificação clara e adequada da existência de produtos que contenham ingredientes de origem animal na sua composição.


O projeto de lei abrange produtos alimentícios, vestuário, cosméticos e higiene e limpeza.
Se aprovado, todos os consumidores poderão ser beneficiados. Favorecendo o conhecimento do produto que estão comprando.


Ajude participando do abaixo-assinado eletrônico nos links abaixo:




Veja o projeto de lei na íntegra no site do Senado:

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/55132.pdf
Para maiores informações sobre a lei:

http://www.rotulagemvegana.com/
Saiba mais sobre veganismo:



Lei Expedito sofre alteração positiva


Texto por Renata OctavianiProposta pelo Senador Expedito Junior no início de 2009, o Projeto de Lei 00001/2009 traz a promessa de facilitar a vida dos veganos.Inicialmente proposto como uma alteração ao artigo 6º do Código do Consumidor, para identificação de Roupas e Alimentos com componentes de origem animal, a Relatora Marisa Serrano emitiu seu relatório com um projeto substitutivo.Veja quais foram os fundamentos e as mudanças:O projeto recebeu parecer favorável, sendo que a principal justificativa é a seguinte:É de realçar que, atualmente, devido à ausência de informações a respeito da origem dos componentes de alimentos e roupas, os adeptos do veganismo não dispõem dos elementos necessários para escolher os produtos, de acordo com a sua orientação nutricional ou filosofia de vida.Nessa linha de raciocínio, saliente-se que a proposta em análise propicia a informação a respeito de os alimentos serem ou não de origem animal, condição indispensável para que esses cidadãos possam consumir ou não determinado produto. Ademais, ela está em perfeita consonância com a ética.Portanto, consideramos que o PLS n° 1, de 2009, é relevante e oportuno, porquanto vem aperfeiçoar a lei consumerista. No entanto, é preciso proceder a alguns reparos de técnica legislativa. Assim, entendemos mais apropriado alterar o art. 31 em vez do art. 6°. Cabe, ainda, ajustar a redação da cláusula de vigência à regra contida no art. 8°, § 2°, da Lei Complementar n° 95, de 26 de fevereiro de 1998. Para tanto, apresentamos um substitutivo.
Não bastasse, as palavras “alimentação e vestuário” foram suprimidas, tornando o projeto mais genérico, possibilitando a inclusão, por exemplo, de cosméticos, produtos de higiene e limpeza.Se aprovado o projeto de Lei, o Código de Defesa do Consumidor garantirá o direito à informação dos veganos, da seguinte forma:“Art. 31. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.”Parágrafo único. O fornecedor deverá informar, emrótulo ou etiqueta, sobre a existência no produto decomponente de origem animal.”Nossa casa legislativa está fazendo algo pioneiro no país: reconhece a existência de veganos, reconhece veganismo como uma filosofia de vida, posição ética e reconhece que nós veganos somos cidadãos com direitos.Aguardamos ansiosamente a votação e aprovação desse projeto. Fonte: VegVida


COMISSÕES / CMA31/07/2009 - 13h07
Fornecedor poderá ser obrigado a informar componentes animais de alimentos e roupas http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=93664&codAplicativo=2
O fornecedor poderá ser obrigado a informar, em rótulo ou etiqueta, a existência de componente de origem animal em alimentos ou roupas. Ele terá 180 dias para fazer a adaptação, a partir da aprovação da medida. A exigência é feita pelo substitutivo da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) a proposta do senador Expedito Júnior (PR-RO), em análise, em caráter terminativo, na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), que se reúne nesta nesta terça-feira (4). Expedito Júnior argumenta que os regulamentos sobre rótulos de alimentos apresentam informações somente sobre seu teor nutricional e do ponto de vista sanitário. Já sobre a etiquetagem de roupas, diz o senador, não existe nenhuma regulamentação. O representante por Rondônia manifesta preocupação com o aumento de pessoas que seguem orientação nutricional e filosofia de vida diferenciada como os adeptos do vegetarianismo, da macrobiótica e do veganismo (que condena o consumo de quaisquer produtos de origem animal).Já o Código de Defesa do Consumidor (CDC), ressalta Marisa Serrano, considera direito básico do consumidor o de receber informações claras e corretas sobre os diversos produtos para que ele disponha de todas as informações necessárias que o levem ao ato de consumo. A senadora avalia que, atualmente, os produtos não dispõem de informações acerca da origem de seus componentes, o que dificulta a escolha por pessoas que seguem determinada orientação nutricional ou filosofia de vida diferenciada. Marisa Serrano acolheu a proposta com poucas alterações. Em vez de inserir no código a informação sobre a origem do componente como um direito básico do consumidor, o que modificaria o artigo 6º, a senadora optou por gerar uma obrigação ao fornecedor, alterando o artigo 31 do CDC. Julgou também necessário dar prazo suficiente para a medida ser adotada.

PROJETOS09/02/2009 - 11h
Primeiro projeto de 2009 amplia direitos do consumidor
http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=87841&codAplicativo=2

O primeiro projeto de lei do Senado de 2009 foi apresentado na última sexta-feira (6) pelo senador Expedito Júnior (PR-RO) e prevê a ampliação dos direitos dos consumidores. De acordo com o texto, os fabricantes de produtos alimentícios e de peças de vestuário ficam obrigados a identificar, em embalagens ou etiquetas, os componentes de origem animal utilizados na confecção dos produtos.Expedito Júnior pondera, na justificação do projeto (PLS 01/09), que a legislação em vigor preocupa-se "apenas com aspectos relevantes do ponto de vista nutricional e sanitário" dos produtos, deixando de fora o detalhamento sobre itens que podem afetar a decisão dos consumidores.Ele cita o caso dos adeptos do veganismo, que defendem, entre os seus princípios, o não consumo de produtos (roupas e alimentos) que tenham sido elaborados com matéria-prima de origem animal ou que tenham sido testados em animais.
Os veganos não consomem, por exemplo, carne, peixe, mel e ovos ou produtos feitos com peles, couro, lã ou seda.De acordo com o senador, para que esses e todos os demais consumidores brasileiros possam exercer seu direito de escolha, é necessário que tenham a informação completa sobre a composição dos produtos. Para tanto, a proposta apresentada pelo parlamentar altera o artigo sexto do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) para incluir, no rol de direitos dos consumidores, "a informação, em rótulo ou etiqueta, sobre a existência de componentes de origem animal em alimentos e roupas".
A matéria foi enviada à Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde aguarda designação de relator. A proposta de Expedito Júnior poderá receber emendas dos senadores que integram a CMA e terá decisão terminativa nesse colegiado.Iara Guimarães Altafin / Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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28.8.09

GLOBO NÃO ASSINOU O TAC

Programa insiste em manter abusos e maus tratos contra os animais.

Dia 27 de agosto de 2009, na sede da Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Ceará, ocorreu a audiência na qual a Globo e o Ministério Público assinariam um Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, com o fim de acabar com as crueldades contra os animais no programa NO LIMITE. Teve início às 17h30min horas e terminou às 19h30min horas.
Participaram: Dra. Sheila Pitombeira, promotora de justiça coordenadora do Meio Ambiente da Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Ceará; Dra. Deolinda Noronha, promotora da Comarca de Trairi (que responde por Flecheiras, local onde é gravado o programa): Dra. Geuza Leitão (advogada e presidente da Uipa); Dra. Ana Flávia Pantalena, advogada (também da Uipa); Dra. Daniele Pimentel (advogada da Globo); Dra. Ivone Silveira (advogada da Globo); Dra. Joana Karen Wanderley (advogada da Globo, representando José Bonifácio, o Boni e a produtora do programa NO LIMITE de nome Ana.
Dra. Deolinda propôs a assinatura do TAC, incentivando a assinatura, até mesmo levando-se em conta a imagem da emissora tendo em vista que amanhã, dia 28 haverá em vários estados da Federação, manifestações contra o programa. Falou que a assinatura do TAC pela Globo tinha ainda o condão de acalmar a opinião pública, posto que milhares de críticas (todas negativas) chegaram ao Ministério Público do Ceará em relação ao programa e o mesmo ocorria em outros estados.

Dra. Deolinda leu as cláusulas do TAC, já elaboradas previamente por ela e Dra. Sheila, e houve algumas pequenas mudanças em face ora dos interesses da Uipa, ora dos interesses da Globo.
No TAC a Globo não poderia praticar nenhum ato de abuso e maus tratos contra animais de qualquer espécie, sob pena de pagar a cada descumprimento (cada programa) uma multa de R$ 50.00,00 (cinqüenta mil reais), além da propositura (desde o primeiro descumprimento) de uma ação acautelatória no sentido de retirar o programa do ar, sem prejuízo da ação criminal cabível.
Ainda havia cláusulas no TAC referentes a proibição de degradação ambiental desmatamentos, de caça de animais, etc. ficando sujeitos à fiscalização de órgãos ambientalistas.
A advogada da Globo Daniele Pimentel, por várias vezes retirou-se do recinto para falar no celular com a direção da emissora. O jornal O Povo falou com a presidente da Uipa Geuza Leitão e quis entrevistar uma das advogadas da Globo, mas uma delas disse logo ser impossível em face deste jornal ser concorrente da Globo. Após a reunião entrevistaram por telefone a Dra. Deolinda e a presidente da Uipa. O jornal Folha de São Paulo que publicou uma matéria hoje sobre o tema, ligou várias vezes para saber o resultado da audiência. jornal O Povo ontem e hoje publicou notas sobre a audiência, sendo que a de hoje foi bem maior. Também várias entrevistas para programas de rádio, inclusive a AM DO POVO CBN.
Terminada a leitura do TAC, Dra. Daniele (advogada da Globo) informou que recebeu ordem da emissora para não assinar o TAC, posto que entrando em contato com a mesma, foram orientadas a isso, tendo em vista que o TAC tem que ser apreciado pela direção da Globo, tem que passar por vários diretores, se depara na burocracia. Contudo, após essa informação a Dra. Deolinda disse que ficaria de férias na próxima terça feira e a Dra. Geuza que estando de férias, voltaria a trabalhar neste mesmo dia. Houve muita insistência, sugestão de encaminhar o TAC por e-mails e aguardar a resposta da Globo, mas em vão. As advogada ficaram de confirmar se amanhã (dia 28) voltariam à Fortaleza, após aprovação da Globo, para assinar o TAC, o que seria às 19 horas, ou então segunda feira às 15 horas. Dra. Geuza avisou que amanhã tem um compromisso inadiável e anteriormente assumido, e não poderá comparecer, mas ficou acertado que em ocorrendo a audiência amanhã (na sexta feira) a Dra. Ana Flávia assinaria o TAC por ela. Contudo, ficaram de confirmar a próxima reunião (sexta feira, ou segunda feira da próxima semana).
Agora, vamos esperar: se a Globo assina o TAC ou se O Ministério Público vai ingressar dom uma Ação Civil Pública com pedido de liminar para retirar o programa do ar.


Geuza Leitão
Presidente da UIPA-CE.


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25.8.09

Primeiro passo para ao ativismo


Peço licença aos meus companheiros cartuntivistas para publicar esse texto que é extremamente pessoal. Hoje me fizeram inúmeras perguntas a respeito de meu posicionamento. Encaminhei esse texto que escrevi ano passado.


É certo que cada um nasceu para lutar por uma causa. Uns escolhem causas sociais, humanitárias, políticas, outros lutam sem escolha por sobrevivência, mas é certo que há de se lutar sempre. Eu escolhi a causa animal (é claro que a sobrevivência não conta, por não ser optativo). Da minha forma, da maneira com a qual eu posso no momento, mas ainda assim tento a noção de que muito mais poderia ser feito.Sou vegetariana a um bom tempo, e de fato, não sou chata nesse aspecto. Não estou fechada a discussão com onívoros, não gosto de extremismo. Estive em um ponto em que apenas não comer carne me bastava, já era minha crítica, com as respostas prontas a todo e qualquer questionamento, se alguma pessoa se interessasse em ouvir os meus motivos, era com prazer que falava, mas com o decorrer do tempo passei a sentir no âmago que era pouco.Vivo atualmente em Campinas, uma cidade que é de fato grande, mas a zona rural intercala a urbália instalada e foi caminhando da minha casa até o campus 2 da Puc que cai na real. São 10 minutos de caminhada, e pelo percurso eu vejo galinhas com seus pintinhos, cães e gatos, vacas, cavalos... vários animais comuns e incomuns aos grandes centros urbanos. Olho sempre as vaquinhas (um dos animais dentre aos quais acho mais bonitos), vê-las comendo a parte da grama que o lixo não cobria, me fez lembrar quando parei de comer carne, e de fato foi uma sensação boa, mas ao ver um coelho atropelado, assim como tantos outros animais que tenho visto, me ocorreu um ‘baque’, e foi então que percebi que a abolição da exploração animal não acaba só quando eu fecho minha boca.Continuo não sendo chata, não imponho a ninguém minhas opções, mas desde o ocorrido tento passar mais informações para as pessoas e de um simples ‘ não obrigado, eu não como carne’, que um grosseiro ‘ tira esse cadáver de perto de mim’, algumas pessoas se interessaram no assunto, e esse é o primeiro passo. Gasto minha cota de impressão da faculdade com material sobre vegetarianismo e exploração animal em geral e entrego a quem se dispõe a ler, pois muitas dessas pessoas, assim como eu no início, ignoram muitas das práticas abomináveis contra animais. A Internet é outra das minhas grandes aliadas, assim como em eventos, a panfletagem. Mas ainda acho que poderia fazer mais. Gostaria de ser ativista de fato. Lutar contra as grandes corporações fazê-las mudar posturas e sinto falta de poder participar de algo maior.Minha colaboração a essa causa é, sim, pequena, mas passos são dados um de cada vez. O primeiro foi dado há bastante tempo: quando parei para assistir a um dvd e me comovi. Os demais continuam sendo dados, dia-após-dia, sem extremismo, da forma como eu penso ser a correta.Este texto é extremamente pessoal, há inúmeras formas para se iniciar o ativismo. O que importa de fato é que se sinta a necessidade de fazer algo a mais que apenas não comer carne. Boicote à empresas que, na atual onda verde, produzem produtos de origem vegetal mas ao mesmo tempo continuam com o assassinato de milhares de vidas é outra forma de início. De qualquer forma, informação é sempre o requisito essencial para qualquer tipo de luta!
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20.8.09

Good Day


O Good Day, é um festival independente que acontece na cidade de Taubaté, que assim como outros coletivos da região e as verduradas de São Paulo, tem como objetivo a difusão de forma pacífica, através de música e arte, dos ideais da libertação animal.

O coletivo realizou seu primeiro evento em novembro de 2008, que além de contar com as bandas, distribuiu um jantar vegano no final do evento. Uma forma de apresentar a comida livre de crueldade àqueles que possuam algum tipo de preconceito com essa alimentação, também é forma de divulgar o vegetarianismo.

Neste ano,foi realizado mais um Good Day que teve um público de cerca de 200 pessoas, na mesma proposta e com as mesmas ferramentas para a difusão de seu maior propósito. O evento teve a participação de bandas que também possuem o mesmo cunho, como o Güerilla, banda de grindcore de Pindamonhangaba.

No próximo dia 23, será realizado o 3º Good Day Fest que está prometendo ser um ótimo evento aos ouvidos exigentes, para quem ter um paladar aguçado, garanto por experiência própria que os lanches vendidos do local são propriamente chamados de 'manjar dos deuses', e uma opção de entreternimento aliado à boas intenções! Abaixo segue cartaz do evento, compareça e tenha um dia bom!

Clique na imagem para melhor visualização

19.8.09

Pense!


Uma questão de ponto de vista, um ponto que poucos consideram. Abra seus olhos e mente.
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11.8.09

Um Novo Olhar


Os animais podem comemorar mais uma conquista, um site direcionado a adoção de animais domésticos, o olharanimal.net

A regra deste site é que os animais ali anúnciados para adoção estejam CASTRADOS.

A melhor forma de você ajudar os animais através do Olhar Animal é colaborando com a divulgação deste site!

Olhe por eles, ajude, divulgue!


:)



10.8.09

Arte pela Libertação


Nos traços detalhados do naquim usado pelo artista joseense Fabio Miklos, o pedido de compaixão de um animal ganha a voz de um coração! Animal Free, estampado na pele de uma mulher, faz lembrar que além da libertação animal, precisamos conquistar a libertação humana.
Conheça mais sobre o trabalho de Miklos em:


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31.7.09

Rise Against leva a mensagem dos direitos animais para o público jovem

por Marcela Couto

No ano passado, o Rise Against foi eleito a melhor banda “Animal-Friendly” pelo PETA. O grupo declarou que o vídeo “Ready to Fall” é o mais importante da carreira. O clipe mostra imagens de uma fazenda industrial, caçadas e rodeios, entre outras questões ambientais.
Através da música, o Rise Against está levando sua mensagem em defesa dos animais aos fãs. Atualmente a banda está discursando conta a matança anual de focas no Canadá. Eles encorajaram pessoas a assinar petições para impedir o massacre, oferecendo ingressos gratuitos para quem coletasse mais assinaturas.
“Nós quatro juntos salvamos 400 animais todos os anos, apenas por escolher não comê-los. Nós não conseguimos pensar em um motivo melhor para ser vegetariano – você consegue?” – Rise Against

29.7.09

A nova gripe e os velhos costumes

por Jaime Nudilemon Chatkin*

Aumentam os casos de gripe suína em todo o mundo, amedrontando populações e trazendo prejuízos financeiros de vulto às economias dos locais afetados. A letalidade do vírus, por sorte (e nada mais do que isso), parece ser baixa, prevendo-se um número não muito elevado de vítimas fatais da doença. Observa-se que o descobrimento da vacina é esperado como a solução definitiva para o problema. Mas será mesmo?

É como se alguém encontrasse um vazamento de água em sua casa e determinasse, para solucionar a questão, que toda a mobília fosse imediatamente impermeabilizada. Mas as causas do vazamento não foram de modo algum combatidas. Creio que a comparação se mostra adequada. É claro que a vacina é importante e poderá salvar muitas vidas, mas a pergunta que se impõe é o que foi ou será feito para evitar que a aparição desse tipo de ameaça seja recorrente na sociedade (lembre-se dos recentes casos da vaca louca e da gripe aviária).

As causas do aparecimento da gripe suína podem com certeza ser desvendadas, e já existiam estudos, mesmo antes da pandemia, que indicavam que o confinamento de um grande número de animais em fazendas industriais propicia um meio adequado para o surgimento e mutação de vírus potencialmente nocivos ao ser humano.

Fazendas industriais, para quem não sabe, foi o modo que o agronegócio sem preocupações éticas encontrou para aumentar a produtividade na criação de animais, confinando um número cada vez maior deles em espaços cada vez menores e cruéis, tudo em nome do aumento do lucro, sem importar o sofrimento dos seres vivos ali tratados como mercadoria e com os danos ambientais causados por esse tipo de aglomeração.

A propósito, sabe-se que no México, país onde surgiram os primeiros casos de gripe suína, existem inúmeras dessas fazendas para fornecer carne suína, principalmente à população norte-americana, em virtude de acordos comerciais.
Mas o que será feito de concreto a respeito dessas granjas, verdadeiras aberrações éticas do sistema capitalista? Como era de se esperar, nada. Ao contrário, rebatiza-se o vírus para não atrapalhar os negócios e se joga toda esperança na grande vacina, fazendo reféns da indústria farmacêutica um sem número de governos.

Em suma, seguindo-se a cartilha do mais puro capitalismo, a pandemia gerará crescimento para o dinheiro de alguns poucos, em detrimento do dinheiro de muitos e das verbas públicas. E nada, absolutamente nada será feito para atacar as causas de um problema que, em um futuro retorno, poderá surgir de forma mais agressiva e devastadora. * Promotor de Justiça de Defesa Comunitária em Pelotas.


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Corrente do Bem


Coligação
A Campanha 'Para Mim Os Animais Importam' representa a maior iniciativa global realizada até hoje unindo todo o movimento pelo bem-estar dos animais sob um objetivo estratégico - o reconhecimento em todo o mundo de que os animais são seres sencientes, capazes de sentir dor e de sofrer.

27.7.09

Medicina da UFRGS ensina sem teste em animais






Fonte: http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&id===AUUF0dW1GdhJlRaVXTWJVU

Passados dois anos desde que o sacrifício de animais foi abolido no curso, professores e alunos estão muito satisfeitos. Conflito ético foi o principal motivo para a troca por modelos artificiais nas aulas práticas.


Médico e professor Geraldo Sidiomar Duarte mostra
tórax artificial que substitui uso de animais

Por Ulisses A. Nenê

O caozinho é trazido do canil e chega faceiro; caminha até o grupo de alunos de medicina e lambe as pernas de um deles. O clima na sala fica pesado e ninguém quer anestesiar e cortar o bichinho. Alguns estudantes, constrangidos, ameaçam ir embora. Cenas como esta ou parecidas aconteceram por diversas vezes, nos muitos anos em que animais foram usados nas aulas práticas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Famed/Ufrgs).

Era assim, anestesiando, cortando e costurando animais vivos (vivissecação), depois sacrificados, que os futuros médicos aprendiam as técnicas operatórias e outros conteúdos. Mas isto mudou em abril de 2007, quando a Famed tornou-se a primeira faculdade de medicina do Brasil a abolir totalmente o uso de animais no ensino de graduação, no que foi seguida logo depois pela Faculdade de Medicina do ABC (SP).

Não estamos falando de uma instituição qualquer: fundada há 111 anos, a Famed é considerada a melhor faculdade de medicina do país, tendo conquistado o primeiro lugar no Exame Nacional de Desempenho Estudantil de 2008 (Enade). O conflito ético foi o principal motivo para que o curso abandonasse a vivissecação, adotando o emprego de modelos anatômicos artificiais que imitam órgãos e tecidos humanos.

Aprovação dos alunos

Passados dois anos, a medida tem a total aprovação de alunos e professores, que garantem não haver nenhum prejuízo para o aprendizado médico. Aluna do quarto semestre, Sabrina de Noronha, 22 anos, diz que sequer pensava que pudesse haver a utilização de animais quando ingressou na medicina. Ela já cursou disciplinas importantes, como fisiologia, anatomia, bioquímica, histologia, onde aconteciam aulas práticas com vivissecação, e não precisou passar por esta experiência.

As aulas de anatomia, por exemplo, só utilizam cadáveres humanos. “Não tivemos contato com animais em nenhum momento. Fiquei sabendo há pouco tempo que outras faculdades usam animais e achei isso horrível; a faculdade existe para formar profissionais que vão ajudar pessoas e para isso não precisamos maltratar outros seres, não seria ético; a gente tem tanto direito à vida quanto eles (animais), não vejo diferença”, diz a aluna.

Sua colega Bárbara Kipp, 22 anos, coordenadora-geral do Diretório Central de Estudantes (DCE) da Ufrgs concorda. Segundo ela, há outros métodos já bem desenvolvidos para se aprender as técnicas médicas sem precisar recorrer à vivissecação dos cães, coelhos e outros bichos. “Nunca usei animais no curso e estou aprendendo muito bem; não me sentiria à vontade se isso acontecesse e também não vejo ninguém, nenhum colega, sentindo falta”, afirma Bárbara.

“Abolimos o uso de animais porque hoje não se precisa mais disso”, destaca o diretor da Famed, o médico endocrinologista Mauro Antônio Czepielewski. Não faltaram razões, pois havia alunos que não concordavam com o sacrifício dos cães e outros bichos nas aulas. Além da questão ética, a pressão das entidades protetoras dos animais era cada vez maior, conta o diretor.

Também estava cada vez mais difícil conseguir os animais para servirem de cobaias, havendo ainda o problema de alojá-los e depois descartá-los, após serem sacrificados. Por isso, este procedimento vinha diminuindo ano á ano e quando foi abolido, em 2007, cerca de cinco ou seis animais ainda eram retalhados por semana nas mesas de cirurgia do curso.

Modelos artificiais

A mudança foi bastante discutida, e resultou na implantação de um Laboratório de Técnica Operatória, que funciona apenas com réplicas artificiais das partes do corpo humano, explica o diretor. O projeto todo, com reforma de instalações e aquisição dos modelos, importados, custou cerca de R$ 300 mil, com recursos da própria Ufrgs, Famed, Hospital de Clínicas (o hospital universitário) e Promed, um programa do Ministério da Saúde que incentiva mudanças nos currículos dos cursos de medicina. (clique aqui para ver fotos)

O médico Geraldo Sidiomar Duarte, que deixou o cargo de diretor do Departamento de Cirurgia no início do mês, foi o responsável pela implantação do moderno laboratório. “Era uma deficiência grave do curso (a técnica operatória), tínhamos problemas para obter o animal, onde deixá-los, os cuidados pós-operatórios e o Ministério Público e as entidades protetoras vinham se manifestando, havia muitas objeções que criaram um conjunto de dificuldades”, relata.

O trabalho era considerado insalubre e aconteciam muitos acidentes biológicos (quando alunos se cortam acidentalmente), com risco de infecção pelo sangue dos animais. Agora, o local é totalmente asséptico, não se vê uma gota de sangue no espaço de 120 metros quadrados. Duarte mostra uma peça sintética que imita perfeitamente a pele humana, inclusive na textura, onde os alunos podem fazer e refazer várias vezes cortes superficiais ou profundos, costuras e pontos. E os acidentes não acontecem mais, o risco é zero, acrescenta.

Outra peça imita um intestino, a ser costurado. Numa mesa ao lado, um tórax artificial permite o treino de punções em vasos profundos, como uma imitação da veia jugular cuja pulsação é possível sentir ao toque. Membros sintéticos apresentam ferimentos diversos a serem tratados cirurgicamente. O que parece ser apenas uma pequena caixa, com uma cobertura da cor da pele, representa a cavidade abdominal para a prática de cirurgia.

O médico e professor mostra catálogos com uma infinidade de órgãos artificiais que podem ser adquiridos: “Há modelos artificiais para todos os tipos de treinamento, pode-se montar um laboratório gigantesco com eles”, diz Duarte. “Estamos muito satisfeitos, e os alunos muito mais”, completa.

“Isso qualificou enormemente os alunos”, reforça Mauro Czepielewski, o diretor do curso. Ele acredita que esta é uma tendência irreversível e que o emprego de modelos artificiais acabará chegando a todas as faculdades de medicina, em substituição aos animais. Diversos cursos, do Rio Grande do Sul e de outros estados, já pediram informações sobre o laboratório da Famed. “A consciência do não-uso de animais é importante para fortalecer uma visão de valorização da vida”, afirma.

O diretor apenas considera muito difícil substituir animais na área de pesquisa, na pós-graduação. Mas garante que os procedimentos, neste caso, seguem rigorosos requisitos do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa, com uso controlado e número limitado dos animais que servem de cobaias.

Objeção de consciência

O debate ético sobre vivissecação ganhou impulso no Estado a partir da atitude de um aluno do curso de Biologia, Róber Bachinski, que ingressou na justiça, em 2007, para ser dispensado das aulas que sacrificam animais, alegando objeção de consciência. Chegou a ganhar uma liminar, mas ela foi cassada, mediante recurso da Ufrgs, e o caso segue tramitando no Judiciário.

Segundo ele, a abolição do uso de animais na Famed reflete uma tendência mundial: “Ao abolir o uso de animais a Famed mais uma vez demonstra a sua qualidade no ensino e o seu avanço ético e metodológico. Espero que outras universidades e cursos também sigam esse modelo e que esses métodos de ensino sejam divulgados”.

Bachinski diz ainda que a abolição do uso de animais em disciplinas da medicina comprova que é possível a sua abolição em outros cursos com disciplinas equivalentes, como na farmácia, educação física, psicologia, enfermagem, biologia, veterinária. Na opinião do estudante, um novo paradigma educacional precisa ser criado, levando em conta não apenas o bem estar da sociedade e do aluno, mas também o respeito aos direitos básicos dos outros animais.

EcoAgência

23.7.09

Odeio Rodeio Ponto Com

Thayla Ayala, atriz de caminho das índias, e a modelo Camila Jorge entraram juntas em um campanha nacional pelo fim dos animais em rodeios.
A atriz e a modelo consideram um retrocesso e uma estagnação moral o fato de que nos dias de hoje ainda utilizem animais para diversão.

Dessa forma, ambas cederam suas imagens e formularam frases para incentivar as pessoas a não contribuírem com rodeios e desmistificar esta prática tida como aceitável. A parceria foi fechada com o coletivo Odeio Rodeio, que há mais de 3 anos vem dando suporte em várias cidades brasileiras para o fim da utilização de animais em rodeios, além de informar a população sobre a verdadeira face desta atividade.

A campanha foi produzida e dirigida pela agencia So’ Live Design, e trata-se inicialmente de duas peças publicitárias com as imagens e frases de ambas, estando ainda previstos para campanha um curta com seus depoimentos e também de outros famosos que se posicionam contra esta prática.

As imagens podem ser visualizadas diretamente no site do coletivo: www.odeiorodeio.com, onde também se encontram várias informações, fotos e vídeos sobre rodeios e outros assuntos que se referem à proteção animal.

OdeioRodeio - A verdade sobre os rodeios
Leandro Ativista
Fundador e secretário geral

:)

Anúncio Julho Instituto Nina Rosa

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