18.11.08

Você vê alguma graça?




Ética


Seria imoral dizer que devemos respeitar os seres humanos por suas capacidades intelectuais, por sua capacidade de compreender equações matemáticas ou de utilizar a fala. Devemos, isto sim, respeitar os interesses dos seres humanos por sua capacidade de manifestar afetos, de sofrer pela angústia e pela solidão, de sentir medo, fome e dor. Pelos mesmos motivos devemos igualmente ter respeito pelos animais. Respeitá-los porque almejam a liberdade. Por possuírem a capacidade natural de realizar-se quando livres em seu ambiente natural. Respeitá-los porque, como nós, estabelecem laços afetivos entre si e são capazes de sentir medo, fome e dor. Mesmo que fosse moralmente correto considerar os animais como criaturas inferiores, seríamos obrigados a admitir que eles podem sofrer pela brutalidade e falta de compaixão humana.

Nas grandes fazendas mecanizadas, animais vivem durante toda a vida em alojamentos exíguos, onde muitas vezes não podem sequer dar mais que alguns passos em uma ou outra direção. Não recebem cuidados veterinários, são impedidos de sentir a relva sob as patas e até de ver a luz do sol. Estes seres que vivem e sentem, cujos sentidos são tão parecidos com os nossos, sofrem e morrem à velocidade de milhões por dia, para servir de matéria-prima à indústria dos produtos de origem animal.

Podemos fazer algo contra isso. Consumir carne, ovos e laticínios é desnecessário para nós. Devemos abandonar este hábito principalmente porque o atual sistema de produção maciça destes produtos causa dor, aflição e, finalmente, a morte de milhões de animais a cada dia. Quando nos sentamos à mesa, temos uma escolha a fazer: podemos contribuir para com a continuação dos horrores das unidades de criação intensiva e dos matadouros ou, adotando uma dieta vegetariana, assumir uma postura de respeito pela vida.

7.11.08

Animal Liberation Front



A Animal Liberation Front (ALF) é um nome utilizado por activistas pelos direitos dos animais que usam a acção directa para libertar animais, o que inclui resgata-los de instalações e sabotar estas como modo de protesto e boicote economico a experimentação em animais, o uso de animais como roupa, alimento ou outras indústrias baseadas na exploração de animais. Qualquer ação direta que promova libertação animal e que "toma toda precaução razoável para não por em perigo vidas de qualquer tipo" pode ser reivindicada como feita pelo FLA, enquanto que seja consistente com os outros objetivos da organização. Os activistas da ALF são um modelo de luta sem líderes. As células do grupo, actualmente activas ao redor de 35 países, operam clandestinamente e independentemente uma das outras. Uma célula pode consistir em uma só pessoa. Robin Webb, que cuida da Animal Liberation Front Press Office, no Reino Unido, tem uma frase sobre este modelo de ativismo: "Por isto que a ALF não pode ser destruída, não pode ser infiltrada, não pode ser parada. Tu, todos e cada um de vós: vocês são a ALF".
Em Janeiro de 2005, a ALF foi listada como um grupo terrorista pelo departamento de segurança interna dos estados unidos. Os activistas que falam em nome da ALF dizem que o movimento é anti-violencia. No documentário de 2006 "Behind The Mask", o activista americano Rod Coronado disse: "O que eu sei que nos separa das pessoas por quem somos constantemente acusados de ser - que é, terroristas, criminosos violentos - é o facto de nunca termos magoado ninguém".


ALF pelo Mundo


* PROTESTOS























*LIBERTAÇÃO DE ANIMAIS EM EMPRESAS QUE PRATICAM A VIVISSECÇÃO



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6.11.08

Vídeo do Sepultura com cenas do "A Carne é fraca"



O vídeo que o Derick d Sepultura, cita na entrevista abaixo
(contém imagens do vídeo
"A Carne é Fraca" produzido pelo Instituto Nina Rosa)
se você ainda não
viu clique aqui!


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Ações


Devemos respeito aos animais pelos simples fato de que como nós, estabelecem laços afetivos entre si e são capazes de sentir medo, fome e dor. Isso continua sendo para mim o maior propósito em se tornar vegetariano.
A escolha de imagens que mostrem esses princípios, são minhas preferidas, mas não descarto o choque. Muitas pessoas só param para pensar através do choque. O que me deixa com o 'pé atrás' com forma, é que o choque passa e muitas, após um tempo, esquecem.
O hábito de não comer carne é também ação política em defesa dos direitos dos animais, e tenho tido satisfação em ver que muitos músicos e artistas, tem utilizado seu prestígio por iniciativa própria ou em parceirias com organizações pró-libertação animal, como o Peta, para divulgar esse propósito.
Segue entrevista de Derrick Green, vocalista do Sepultura, ao Peta, publicada no wiplash, um dos principais portais sobre rock ( http://www.wiplash.net/ ).


Derrick Green, líder do SEPULTURA, recentemente sentou com o PETA (People For The Ethical Treatment of Animals, ou, "Pessoas a Favor do Tratamento Ético de Animais") para discutir os direitos dos animais, vegetarianismo e o conceito sobre o controverso vídeo do Sepultura, “Convicted in Life”. Alguns trechos da conversa seguem abaixo:

PETA: O que o fez torna-se vegetariano?
Derrick: Eu tenho vários amigos que eram de New York e trabalhavam em diferentes lojas de comidas saudáveis, e eles me deram os nomes de vários livros para dar uma olhada nos direitos dos animais. Era uma coisa que eu realmente queria testar. Eu tinha sempre comido carne minha vida inteira, e nunca tinha questionado isso até aquele momento da minha vida quando comecei a questionar um monte de coisas. Experimentei não comer mais carne. E depois de um tempo, eu não tinha mais o desejo de comer carne. Eu apenas abri a minha mente para isso e continuei assim.
PETA: Isso é ótimo. Quais livros mais te influenciaram?
Derrick: Existia um livro, ‘Diet for a New America’, e um outro de Upton Sinclair chamado ‘The Jungle’. Esses são dois livros que realmente abriram os meus olhos para parar de comer carne. Apenas pela descrição daquele matadouro, a falta de preocupação das pessoas que trabalhavam lá, e a maneira como elas descreviam, como um fábrica da morte.
PETA: Sim – muitas pessoas não vêem este lado da indústria.
Derrick: Certo. Nosso novo vídeo, ‘Convicted in Life’, mostra um pouco do que está acontecendo nesta indústria. Você é o que come. Como um karma: O que você faz na sua vida pode afetar na sua pós-vida. O vídeo meio que segue essa linha. O vídeo contém cenas tiradas de um DVD, ‘Meat Is Weak’, que eu assisti sobre a indústria de carne no Brasil. Foi extremamente chocante pra mim, pois todos sempre dizem como a carne é limpa e blá, blá, blá e como a indústria é ótima. Então foi bastante esclarecedor. Fomos sortudos o bastante de poder entrar em contato com o pessoal que fez o documentário, e eles nos deram a permissão de usar algumas das imagens.
PETA: A cena do metal não é geralmente associada com os direitos dos animais, então eu estava pensando: por que você acha que os seus fãs deveriam se interessar por vegetarianismo e pelo direito dos animais?
Derrick: Eu acho que o direito dos animais é importante porque você realmente pode dizer como uma sociedade é civilizada pela maneira como ela trata os animais – tudo está conectado. E essa compaixão é muito importante. Digo, mesmo sendo jovem, é importante aprender a ter compaixão pelas outras coisas, especialmente organismos vivos. Então, é muito importante ter esse respeito e conhecimento sobre os outros animais e outras pessoas também.
PETA: Você tem algum conselho para alguém que pensa em se tornar vegetariano?
Derrick: Eu iria definitivamente dizer para ler o máximo possível e descobrir o que o seu corpo precisa, e também para experimentar diferentes tipos de cozinhas vegetarianas de diferentes partes do mundo. Tentem descobrir um balanceamento, pois muitas pessoas podem se sobrecarregar comendo apenas besteira e não conseguindo a energia ou proteína que realmente precisam.


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4.11.08

Muito Respeito

Diferentes espécies, racionais ou não. Respeito.

Dia 1º de Novembro - Dia do Veganismo



Dia do veganismo, dia da liberdade... Libertos da dor, do pesar da consciência, da degradação ambiental, do consumismo desacelerado, da falta de amor ao próximo, da crueldade...Livres de sujar as mãos de sangue inocente, de ceifar vidas que não nos pertence, de incentivar a devastação das florestas, libertos da ignorância de usufluir sem se perguntar de onde vem e pra onde vai, livres de doenças provinientes de uma alimentação irresponsável, de uma vida egoísta...

Liberdade palavra de um único sentido, sentido esse tão dificil de se fazer sentir, libertos das tradições que não nos trazem nada de novo, da cultura da carne, do churrasco, da falta de informação, da ignorância de não querer entender, da alienação...

Dia do Veganismo, dia de voltar a ter fé, esperança de um mundo um pouco melhor, de uma nova geração politizada, de novos horizontes, novos pensadores, um novo olhar para o planeta que pede socorro...

Dia do veganismo, dia de celebrar a vida, tanto a vida dos animais que preservamos com as nossas escolhas quanto a nossa própria vida que ganha mais sentido quando bem administrada!


:) Go Vegan!!!

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