29.10.08

MUNDO ANIMAL

é a estréia do cronicato no CartuntivismO. somos os GRANEIROS e vamos mudar o mundo. se não hoje, amanhã! boa leitura!

(veja maior, clique)

Chamando Reforços Especiais

Olá povo!

Temos a alegria de comunicar mais um reforço para o cartuntivismo, que sempre teve o intuito de ser coletivo...

Agora além da Charlotte (Dead Body) temos também nosso querido amigo Roger Cronicato (www.cronicato.com.br) com seus belíssimos textos, crônicas e afins...

Seja bem vindo Roger, agora você é também um cartuntivista!


:)

...........


24.10.08

Direto do CQC para o Cartuntivismo!

Todo mundo já deve ter escutado alguma coisa (boa ou ruim) do Danilo Gentili, eu já o conhecia desde quando éramos apenas cartunistas fracassados e esperando um lugarzinho ao sol. Depois de um tempo ele começou a carreira dos Stand-ups e de lá pra cá não saiu mais da boca das pessoas (no bom sentido é claro).

Com seu humor ácido, ganhou espaço na mídia sendo ele mesmo, resgatei dos desenhos que tinha dele, esse coelho bem intencionado acima. Muito bem colocado esse cartum é perfeito para reflexão de quem acha que pé de coelho ajuda em alguma coisa!

Assuntos sérios sendo tratados com bom humor por pessoas talentosas como o Danilo!





.....................

Contra a Vivissecção


A maioria das pessoas pensam que a morte de milhões de animais devido à vivissecção é um mal necessário para o desenvolvimento da indústria farmacêutica, para o fim das mazelas humanas, que é mais aceitável um animal sentir os efeitos colaterais que uma pessoa, pois isso seria grotesco, abominável etc... no entanto, devemos respeito aos animais pelos simples fato de que como nós, estabelecem laços afetivos entre si e são capazes de sentir medo, fome e dor. Vivissecção não é nada mais do que um método irracional que não só mata animais, mas mata seres humanos também. Testes in vitro com tecidos humanos têm oferecido resultados mais precisos que experimentos com animais. As universidades alemãs já não utilizam a vivissecção como técnica didática. Nos Estados Unidos as principais escolas também já aboliram estas práticas e na Itália os estudantes têm o direito de negarem-se a participar de procedimentos vivisseccionistas assegurado por Lei. Um número crescente de estudantes brasileiros opõe-se aos experimentos cruéis com animais para fins didáticos. Em nosso país, o estudante tem direito assegurado por lei também de se negar a fazer experimentos em animais. Mas quem disse que alguma coisa funciona aqui? Se ele não passar nas "aulas práticas", não poderá se formar, e é, assim, obrigado a fazer algo que não deseja para receber seu diploma.


............

23.10.08

Contribuições

Olá!!!
Sou Charlotte Arlen (deadbody) e vim contribuir com textos contra exploração animal no Cartuntivismo!
Espero fazer alguma pessoa rever seus conceitos, se o conseguir já será um grande prêmio, pois uma pessoa que seja que passe a se importar, já são muitas vidas salvas!
Por horas deixarei o cronograma da Jornada Vegetariana que ocorrerá em São Paulo, em breve posto o de outras cidades também.
Abraços.


JORNADA VEGETARIANA 2008.

Programação:

Dia 01/11 - Sábado - Ato Público em Prol do Dia Mundial Vegano
Início: A Partir das 10:00h.
Local: Avenida Paulista (Vão Livre do MASP - Metrô Trianon
Info.-juliomancha@uol.com.br

-Traga uma camisa lisa,Branca e estampe o simbolo de nossa luta;
-Distribuição de comida vegana grátis,no final do manifesto;

Dia 02/11 - Domingo - Bazar Vegano
Entrada: Franca.
Início: 14:00h
Local: Casa Laranja - Rua Serra de Bragança, 388 - Tatuapé (Próx. Praça Silvio Romero)

-Exposição de arte, com diversos artistas vegetarianos/veganos;
-Venda de produtos isentos de testes em animais;
-Exibição de vídeos;
-Venda de comida vegana;

Dia 08/11 - Sábado - Veggie-Nic
Entrada: Franca
Início: 12:00h
Local: Parque do Ibirapuera

-Trazer um prato vegano (sem adição de produtos de origem animal: carne, ovos, leite e derivados em geral),frutas ou suco.

Dia 09/11 - Domingo - Cine-Veggie + Almoço + Encerramento
Local: Espaço Ay Carmela - Rua das Carmelitas, 140 - Sé (próximo ao Metrô Sé / travessa da R. Tabatinguera)
Entrada: Franca.
Inicio:12:00hs
-Exibição do filme: Super Size Me ;
-Distribuição de almoço vegano grátis;
-Encerramento do evento com show das bandas vegetarianas: Bruttus, Busscops e Strike & Fight;
-Venda de comida vegana;


Nao percam!!!

..............

8.10.08

Paul McCartney furioso com o McDonalds

O ex-Beatle Paul McCartney está furioso com a rede de lanchonetes McDonalds. De acordo com a revista britânica NME, McCartney descobriu que uma loja da rede em Liverpool, cidade natal dos Beatles, pendurou uma foto da banda na tentativa de atrair a clientela e vender mais hambúrgueres.

O problema que é McCartney é um vegetariano militante. Depois de saber que seu retrato aparecia ao lado dos companheiros de banda na parede do McDonalds, ele começou uma campanha contra a rede.

O porta-voz do cantor, Geoff Baker, disse que os fãs da banda deveriam boicotar o McDonalds, e não só o de Liverpool . "Que tipo de idiotas o McDonalds acha que os fãs da banda são? É ridículo, um insulto usar as fotos para vender hambúrgeres", declarou.


Um porta-voz do Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) disse que espera que "ao entrarem no McDonalds, as pessoas lembrem que McCartney é vegetariano e troquem um Big Mac por um hambúrguer vegetariano".

Fonte: Redação Yahoo! Notícias



6.10.08

Campanha pelo Desaleitamento Adulto

Esse mês na edição número 24 da Revista dos Vegetarianos, vocês poderão conferir o anúncio do Instituto Nina Rosa feito por mim, com a ilustração da vaca leiteira questionando sobre o consumo de leite por humanos.

A Campanha pelo Desaleitamento Adulto, visa consientizar as pessoas do sofrimento dos animais que são escravizados para terem seu leite retirado, a vaca é a mais lembrada, embora sabemos que existam outros animais a mercer dessa agressão.

Todos temos opções viáveis e saudáveis de leites vegetais, não é necessário que um animal chegue a exaustão e morra para que nós continuemos a "mamar"!

....

30.9.08

Procurando nexo...


Créditos: Luis Henrique pela estrutura da piada, thanx e Silas do
Trivia Veg pela oportunidade de ler coisas interessantes, gracias!




....

25.9.08

Sintonize suas informações!



Esses dias eu estava tomando o café da manhã com a minha querida mãe, quando ela me questionou (pela nonagésima nona vez) sobre meus habitos alimentares, como sempre focando no fato de ter abolido do meu cardápio as carnes!

Algumas pessoas tem imensa dificuldade de assimilar certas informações, principalmente quando não as interessa ou quando elas não querem mesmo entender. No caso da minha mãe é uma mistura das duas, ela vem de uma educação (cultura) de churrascaria, onde carne é vitamina, uma pessoa que não se alimenta de carne é desnutrida, amarelada, com aspectos de doente, que é o inverso de mim, que estou com uma bela cor, nada desnutrida e nem um pouco aparentando estar doente.

Mesmo assim, se eu tiver dor de cabeça, cólica mestrual ou qualquer dorzinha comum para todos independente da dieta, lá vem ela com a famosa frase: - Isso deve ser falta de carne!

Por mais revistas, livros, depoimentos médicos que eu tenha apresentado, nada nem nínguem a fará entender que uma pessoa que deixa de se alimentar de carnes e derivados de origem animal pode e é perfeitamente saudável!

Minha irmã mais velha está fazendo um curso de culinária, e como sempre um nutricionista é convidado a fazer palestras sobre comidas saudáveis. A nutricionista que participou do curso que minha irmã estava fez o favor de aterrorizá-la com relação ao vegetarianismo. O que eu fico boba é a exatidão das palavras utilizadas, como por exemplo: - Ela vai ficar doente/ Não é possível ser saudável sem comer as proteínas animais / O corpo sente falta da carne - e por aí vai.

No dia seguinte ao curso lá estavam minha mãe e irmã desesperadas comigo, querendo provar que eu estou me alimentando mal, que vou ficar doente e tudo mais. A preocupação delas é importante, pois sei das boas intenções que elas preservam para comigo, porém fico puta e peço perdão pela palavra, com os profissionais na área de nutrição, não digo todos não, é claro! Mas os maus informados, os que se baseiam em apenas algumas pesquisas e ignoram as diversas outras que explicam e deixam claro que a dieta vegetariana é totalmente viável e saudável!

Poderíamos citar diversas pessoas com saúde exemplar, mas é bobagem porque justamente essas pessoas que dizem esses mitos e enchem a cabeça de outras falando mentiras sobre o vegetarianismo, são justo essas pessoas que preferem não se informar, se baseiam na sua cultura de consumismo e desperdício e apredrejam qualquer outra que busque uma dieta alternativa rica e acessível.

Se você for a um nutricionista e ele te disser que o vegetarianismo não serve e que você precisa de carne para sobreviver, não troque sua dieta, troque apenas seu nutricionista!

Alguns textos sobre valores nutricionais, dieta vegetariana e consumo de carne, para nutricionista nenhum dizer que eu não sei do que eu estou falando!

Valores Nutricionais da Dieta Vegetariana

Dietas Vegetarianas e Tipos de Vegetarianismo

O impacto do Consumo de Carne no Aquecimento Global e na Amazônia


...............

8.9.08

Abate humanitário é ampliado no Brasil e divide opiniões!

ROBERTO DE OLIVEIRA da Revista da Folha

Galinha, boi e porco nascem predestinados a servir à humanidade. A carne de todos eles vai à mesa. A pele de um vira casaco e sapato, os ossos, botão e gelatina. A discussão é como conseguir manejá-los de uma maneira que amenize o sofrimento. Oferecer uma morte menos dolorosa é o propósito do chamado abate humanitário, às vésperas de passar por uma revisão inédita no Brasil.

Pela primeira vez, uma parceria entre uma ONG internacional, a WSPA (sigla em inglês para Sociedade Mundial de Proteção Animal), com sede em Londres, e o Ministério da Agricultura prevê uma campanha do Programa Nacional de Abate Humanitário, que terá início em 2009.

Como diz a veterinária Charlí Ludtke, 30, da WSPA, coordenadora do programa, carne é uma responsabilidade de todos. "De quem produz, de quem abate e até de quem a consome."

Abate humanitário, que estabelece normas para amenizar dor na hora da morte dos animais, é ampliado no Brasil e divide opiniões

Cinco profissionais, entre zootecnistas e veterinários, começam a ser treinados em outubro para percorrer 700 frigoríficos de Santa Catarina, do Paraná, do Rio Grande do Sul e de São Paulo nesta primeira etapa do projeto.

As normas do abate humanitário de suínos, aves e bovinos vão ser transmitidas por meio de DVDs, apostilas e aulas práticas e teóricas. A ação conjunta de uma ONG internacional e do governo brasileiro segue o modelo consagrado em países desenvolvidos. Na Inglaterra, por exemplo, a Universidade de Bristol age em parceria com frigoríficos britânicos, para desenvolver técnicas de abate humanitário, dando cursos e treinamentos de capacitação, inclusive no quesito transporte, o que é obrigatório em toda a União Européia. Lá, ao contrário do que ocorre no Brasil, os condutores precisam passar por um programa sobre o bem-estar animal antes de sair pelas estradas transportando carga viva.

Por aqui, a idéia é ensinar, por exemplo, a carregar animais de fazendas e granjas para os frigoríficos de modo que eles não sofram tanto durante o trajeto. O embarque e o desembarque devem ser feitos de uma forma mais tranqüila, que atenda às boas práticas de manejo.

Matadouros e abatedouros do Estado de São Paulo são obrigados, desde 1995, a utilizar métodos científicos e modernos que impeçam o abate cruel de animais. Mas nem todos seguem a lei. O índice de carne clandestina varia de 20%, nas regiões mais abastadas, a 60%, nas mais pobres do país. Nesses casos, o abate é feito ainda de forma primitiva, cruel e violenta. "O transporte é muito precário. Os animais sofrem durante o trajeto: bois são pisoteados, frangos acumulam fraturas e machucados. No abate, suínos são esfaqueados com punhaladas no coração e jogados em tanques para escaldadura, muitas vezes ainda vivos", critica Sônia Fonseca, presidente do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

Uma das líderes do movimento para que o abate humanitário se tornasse lei em São Paulo, Sônia é categórica: "É claro que não existe forma boa de matar, mas, no momento, o abate humanitário é uma maneira de diminuir um mal que não podemos evitar".

Bem-estar X abolição

É aí que, com o perdão do trocadilho, a porca torce o rabo. Na opinião de alguns defensores dos animais, pouco importa colocar música clássica para os bois ouvirem ou colorir as granjas com tampinhas de garrafa para as galinhas "brincarem" se o destino é um só: a morte.

O abate humanitário não é visto com bons olhos por todos os ativistas. Dentro das organizações de defesa animal, existem duas correntes: a do bem-estarismo e a do abolicionismo. A primeira prega melhores condições de criação e abate, como é o caso da WSPA, parceira do governo nesse projeto. A segunda clama pelo fim da exploração animal.

Nesta última, enquadra-se a entidade do nutricionista George Guimarães, 34, presidente do Veddas (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos dos Animais e Sociedade). Para ele, qualquer ação que vise a melhorar o bem-estar animal tem interesses comerciais e perpetua a exploração, porque cria na população a falsa impressão de que eles têm uma vida digna. "Os animais não têm interesse em serem explorados. Dentro desse cenário, essa ação é contraproducente."

Nina Rosa, 64, presidente do instituto que leva seu nome, segue o mesmo raciocínio de George. Segundo ela, de humanitário, esse abate não tem nada. "Ele prejudica o trabalho de sensibilização das pessoas", acha ela. "É uma anestesia de consciência." O instituto lançou um documentário chamado "A Carne é Fraca", sobre o consumo da carne e suas conseqüências. Feito em quatro idiomas --português, francês, inglês e espanhol--, o vídeo, que está sendo distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta a "trajetória de um bife", desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. Contém cenas chocantes.

A criação intensiva de animais para consumo humano, na avaliação da ativista paulistana, é a maior causa do aquecimento global. "Fazem queimadas para dar lugar ao pasto e para plantar grãos para alimentar bois -isso sem contar o assoreamento dos rios. E não podemos esquecer que a floresta amazônica está sendo devastada para virar pasto."

Como precisa de grandes pastagens, o gado normalmente é criado longe da área de consumo, o que implica emissão de carbono para o transporte da carne e, em muitos casos, desmatamento da região. Este é considerado o primeiro fator de deslocamento da fronteira agrícola, com efeitos diretos sobre a floresta amazônica.

O "grito" das entidades encontra eco em órgãos oficiais. Estudos da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) mostram que a criação de animais para consumo humano é realmente uma das maiores causas de problemas ambientais, incluindo aí o aquecimento global, a degradação da terra, a poluição da água e do ar e a perda da biodiversidade. Há até uma pesquisa que revela que ela seria responsável por 18% do efeito estufa, com a participação direta da produção de ração para animais, à base de grãos.

Na Europa e nos EUA, não faltam iniciativas anticarne ancoradas na problemática ambiental. O ex-beatle Paul McCartney, vegetariano veterano, lançou em junho na Inglaterra o "Meat Free Mondays" (segundas-feiras livres de carne), com a intenção de encorajar os carnívoros a consumir comida vegetariana ao menos uma vez por semana, citando o comunicado da ONU como uma boa medida para cortar a carne do cardápio.

Uma das organizações mais ativas (e polêmicas) do mundo é a norte-americana Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, da sigla em inglês).

Só para ter uma idéia de uma de suas controvérsias, a entidade chegou a comparar os matadouros a campos de extermínio nazistas. Dona de uma ousada campanha a favor do vegetarianismo, a Peta decidiu, no mês passado, centrar fogo em carnívoros famosos na sua mais recente empreitada contra a morte dos animais.

Sônia, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, rejeita essa divisão entre as ONGs. "No fundo, todos somos abolicionistas. Não tenho pretensão de impedir que as pessoas comam carne. Se isso não é possível no momento, por ora, vamos minimizar o sofrimento dos animais", defende.

O problema é que uma questão permanece aberta: o brasileiro não dispõe de ferramentas para identificar, na hora da compra, se o produto obedeceu às normas de bem-estar animal durante a criação e o abate, como é comum na Europa e em parte dos EUA.


Matéria retirada do site da Folha (01/09/08)

E você o quê pensa sobre isso?



...